Badu's caos!

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Estado de espera… março 30, 2010

Filed under: Uncategorized — Manu Parise @ 9:55 am
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“Nossas vidas começam a morrer no dia em que calamos coisas que são verdadeiramente importantes”. – Martin Luther King

Será que algo ficou por dizer?

Um dia li em algum livro ou revista que almas gemeas existiam sim, que erroneamente eram interpretadas como romance e relações de homem / mulher, hoje tenho certeza que essa afirmação estava correta. Minha Alma Gêmea sempre foi minha mãe, sempre fomos a mesma coisa, nunca houve entre nós qualquer divisão. Sabe aquela sensação que procuramos a vida inteira de encontrar alguém que complete nossas frases, que diga o mesmo que nós ao mesmo tempo? Pois com a minha mãe sempre foi assim!

Bastava um olhar e tudo já estava dito, tudo era compreendido!

Tão dificil olhar e não encontrar aqueles olhos marejados e brilhantes, carregados de sabedoria me olhando de volta como se dissesse: “Ok! Não diga nada! Eu já sei! Vai passar!”

Nunca houve separação entre o que eu sou e o que ela é, somos iguais, a mesma coisa, eu sempre fui sua continuação, ela minha mãe, eu filha dela, ela minha filha, eu mãe dela! Amigas! Cumplices! Colegas de Trabalho! Caçadoras de Aventuras! Viajantes!

Como rimos! Como choramos! Como brigamos! Quantas vezes ouvi reclamações sobre os piercings, sobre pensamentos de fazer uma tatuagem, sobre as roupas amassadas, sobre minha falta de organização, sobre o computador dela que quebrava, palmadas na bunda então, incontáveis, quantas vezes a deixei sem dormir com minhas dores de garganta, com minhas baladas.

Quando sofri o acidente só pensava em ir para casa e correr para o colo da minha mãe…. E agora, não posso nem chegar perto! Nem dizer nada, nem palavras de conforto…

Rezar… É só o que posso! Esperar que ela mesmo dentro de sua subconsciencia, encontre mais uma vez em mim, as forças de que precisa para sobreviver! Que sinta mais uma vez a minha presença constante ao seu  lado e que some isso em sua melhora…

E que eu possa novamente ver aquele olhar… e as caretas de pouco caso… E que eu possa mordê-la e apertá-la só para vê-la me mandando sair!

Se eu pudesse trocaria sem sofrer de lugar com ela!  Ela sempre foi mais importante para o mundo que eu!

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Admirável notoriedade (Ou anonimato) março 18, 2010

Estive pensando em como é engraçado esse contexto de admiração, às vezes conhecemos uma pessoa há anos e não a admiramos e alguém que conhecemos ontem nos causa tamanha admiração que fica dificil não expressar…

É claro que é relativo, pois cada indíviduo tem seus aspectos próprios que mais nos atraem ou afastam, cada um gosta de coisas diferentes é claro! Mas já me peguei, algumas vezes, admirando em alguém aspectos que antes me incomodavam e é impressionante como as atitudes das pessoas nos fazem ver as coisas sob uma nova perspectiva.

Aprendi a apreciar indivíduos com características bem fortes e marcantes, pessoas que falam o que pensam sem medo de serem julgadas, pessoas que fazem o que tem vontade independente dos obstáculos, como é bom conversar com pessoas eloquentes, como é bom ler textos bem escritos nos blogs dos amigos, como é maravilhoso conviver com pessoas espontâneas que fazem piadas das adversidades e não se deixam abater. Que se esforçam para atingir seus objetivos, mesmo que não sejam tão louváveis assim…

Às vezes detalhes ínfimos já são por sí só o tempero dessa admiração que tende a crescer a cada pequeno gesto, a cada pequeno olhar, uma frase bem colocada, um sorriso silencioso, um afago despreocupado… Mensagens inesperadas de bom dia!

Não sei se sou neurótica – é bem provável! –  mas às vezes fico triste quando o celular não toca, quando não tem mensagem, quando o msn está sem nenhuma janelinha aberta, acho que nesses momentos me sinto realmente solitária. É tão bom receber, quando menos esperamos, aquele sinalzinho de mensagem no celular, não importa se é um “bom dia”, um “oi tudo bem?”, o que importa é a lembrança, o fato de naquele momento, passarmos despreocupadamente pela cabeça de alguém que realmente e singelamente se importa.

Mais gostoso ainda é quando esse remetente da mensagem é alguém a quem consideramos – por preconceito admito – improvável de fazê-lo. Tão bom ser surpreendido com ações provenientes de pessoas que não podíamos imaginar.

O engraçado é que justamente, são nesses momentos que conhecemos as pessoas, nesses momentos percebemos a essência de cada ser humano, através dos pequenos sinais aos quais estão aptos a transmitir. E esses sinais são tão importantes.

Os sinais são fundamentais para as relações humanas, nos mostram o momento certo de avançar e o momento ideal para “pisar no freio”. Nos mostra o quanto subestimamos outros indivíduos, nos mostra o quão fracos podemos ser diante da dor ou felicidade alheia.

Sim! Felicidade! Por que ficamos constrangidos diante da felicidade alheia? Por que ficamos constrangidos diante de um casal de namorados se beijando? Por que ficamos constrangidos de sair por ai sem uma companhia, quando na verdade o que queremos é estar sozinhos naquele momento?

O fato é que existem pessoas que incrívelmente despertam nos outros essa admiração, parece que exalam essas qualidades e se tornam pessoas naturalmente interessantes. Conheço pessoas assim! Mais de uma até! É incrível! Conheço pessoas que aonde vão chamam atenção. Os outros olham com encantamento sem nem ao menos conhecer, não que sejam perfeitos, ou façam o tipo impecável, pelo contrário são pessoas normais, com defeitos e qualidades, com características próprias e em particular algumas que até causariam estranheza nos com mente menos aberta.

Mas contrariando as expectativas, o primeiro olhar é sempre de admiração e curiosidade, mesmo que em seguida o comportamento ou a educação não sejam agradáveis como imaginavam. Que inveja! Rs rs…

Eu, particularmente, nunca causei esse tipo de olhar, sempre fui do tipo que atrai primeiros olhares negativos, sempre causei nas pessoas impressões bem diferentes do que sou, sempre ganhei antipatia e as pessoas sempre me taxaram como metida, como aquela garota fresca e chata.

Os amigos que fiz ao longo da vida, sempre precisaram quebrar este tabu inicial e olhar mais atentamente para uma amiga diferente, dedicada e engraçada. Mas em compensação esses amigos são para sempre, mesmo que tenhamos que lidar com a distancia ou outros impecílios.

Existem pessoas, como eu costumo observar, que nasceram para serem amadas por todos, respeitadas, idolatradas, existem pessoas que nasceram para o mundo… Que nasceram para brilhar… E existem pessoas, como eu, que nasceram para poucos e bons, para o anonimato, pessoas que ao longo da vida, são odiadas sem porquês,  e igualmente amadas, pessoas que nunca estão com o saldo positivo, a balança nunca está equilibrada, sempre pesa para um lado ou outro.

Não acredito que isso seja uma questão de gênio ou de características, acho que é mais uma questão de posicionamento! Pessoas como eu, nunca estão em cima do muro e nunca passam a mão na cabeça dos outros, pessoas como eu, são leais e letais! Pessoas como eu, nunca entram na vida de alguém sem trazer um pouco de tempero – geralmente carregado na pimenta – são pessoas provocativas, polêmicas e intrigantes. Estamos sempre à margem das regras. Tripudiamos com elas! Tripudiamos com nossas medíocridades e sentimentos.

Nunca estamos realmente felizes ou realmente tristes e nunca em hipótese alguma nos deixamos realmente influenciar, embora muitas vezes pareça que estamos nos rendendo a isso ou aquilo. Somos tinhosos e persistentes e não exitamos quando o assunto é o que queremos. Firmes e até duros, mas sem medo de chorar tudo o que for preciso.

Mas também, nunca esperem de nós, os tais que nascemos para o anonimato, palavras falsas ou meios sorrisos, nunca esperem de nós imparcialidade ou hipocrisia, somos feitos de sangue quente, de destinos previsíveis, somos capazes de grandes atitudes insólitas. Mas não nos subestimem jamais, pois somos principalmente agressivos quanto aos nossos desejos e incansáveis em nossos ideias. 

Decidam se conseguem conviver com o que somos! Com o que sou!

 

Um clipe para descontrair

Filed under: Clipes — Manu Parise @ 12:29 pm
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Estou viciada nessa musica

 

Redoma! março 17, 2010

Filed under: Desejos — Manu Parise @ 6:45 pm
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Após um longo e tenebroso inverno sem oportunidade para escrever aqui, hoje estou finalmente arrumando um breve espacinho de tempo. Tantas coisas para dizer, tantas coisas passaram pela minha cabeça nos últimos dias…

Como é dificil entender algumas coisas que acontecem com a gente não é? Às vezes o cotidiano nos engole, faz com que acabemos nos sentindo marionetes, mas quem nos comanda?! Esses dias, diversas vezes me peguei parando de estudar para pensar nas coisas ao meu redor e tantas vezes me desconcentrei que fiquei revoltada comigo mesma por não conseguir focar no que precisava ser feito.

Às vezes me questiono por que certas coisas só acontecem comigo, mas paro e concluo que na realidade não acontecem só comigo, talvez meu grande problema seja a insatisfação, ou talvez esse não seja o termo, mas aquela sensação de não saciedade, as coisas talvez nunca durem o tempo que deveriam ou que eu gostaría que durassem, são boas, plenas, me deixam regozijada, mas passados um ou dois dias, começa aquele desejo por mais, aquela vontade de fazer denovo, de ter denovo.

Será que todos somos assim?

As coisas que são intensas não deveriam nunca acabar, deveriam poder fazer parte de nossa vida todo o tempo indescriminadamente, não deveríamos ter que deixá-las do lado de fora por muitas vezes, mas em um contra-ponto  aos meus argumentos penso que essa intensidade talvez tenha me feito mais ansiosa, pois ao conhecê-la, ao vivenciá-la, fica dificil não desejá-la com todas as forças.

Tenho de fato negligenciado algumas coisas importantes em minha vida ao longo dos ultimos meses, talvez até do ultimo ano, tenho vivido em uma espécie de casulo, talvez com medo de sentir de fato essa intensidade, tenho brincado de viver… Fico pensando em quantos finais de semana poderia ter saído, me divertido, dado boas risadas e não o fiz por receio disso ou daquilo.

Quantas pequenas loucuras deixei de fazer por medo das consequencias?! Quantos amigos deixei de procurar por vergonha de assumir minha condição intimista neste momento? E isso tem me feito mal!

Tenho ficado em uma redoma, que eu mesmo criei! Uma redoma que fiz impenetrável, que impede grandes sentimentos, grandes sensações! Talvez eu tenha me tornado um zumbi! rs

Não! Brincadeira! Também não estou morta não é?! Mas o fato é que diante de tanto comportamento impecável, quando cometo algum deslize me parece enorme! Dá aquele gostinho de fazer algo prazeroso só por fazer e isso acorda dentro de mim o monstrinho bagunceiro e desregrado, começa a dar aquela vontade de fazer tudo junto ao mesmo tempo…

Bons tempos aqueles que eu estava sempre com a sensação de cansaço prazeroso, daquele cansaço obtido com ótimas noites mal dormidas – ou não dormidas – quando se passou um pouquinho da linha com o chopp – ou tequila-, quando se comeu demais no churrasco, nossa e as dores na perna no dia seguinte de uma boa noite de balada?! Chegar em casa acabada de tanto curtir a musica e dançar até não aguentar mais?! Que tudo!

Saudade dessa sensação de ter feito tudo, estar cansada e ainda conseguir fazer mais um pouquinho! Saudade de dar gargalhadas até doer a barriga pq os amigos loucos estão fazendo palhaçada!  Ou dar aquela fugidinha de casa para fazer algo sem dar satisfações a ninguem!

Pensei também em uma questão igualmente importante – CRISE MORAL:  quando vem a tão famosa crise moral, aquela que nos impede de fazer algo por não ser considerado correto, como saber a atitude que melhor cabe naquele momento?! Como decidir o que fazer? Como saber se as possibilidades são reais ou se não passam de uma brincadeira do destino? Como saber que tomar as tais decisões não pode acabar causando um sofrimento desnecessário? Ou trazer resultados irreparáveis?

Talvez eu precise me JOGAR mais na vida, parar de fugir dos problemas e partir para a tática da tentativa e acerto!

OU TALVEZ PRECISE PARAR E ME “REAPAIXONAR”!

 

And the Oscar goes to… março 8, 2010

Bom, como boa cinéfila que sou, não pude deixar de assistir à 82ª Cerimômia de entrega do Oscar transmitida ao vivo pela TNT ontem a partir das 22:00h, já sabíamos que desde 1943 – ano em que o magnífico Casablanca ganhou – não víamos 10 filmes como indicados à categoria de melhor filme, que normalmente indica 5 filmes.

Mas este ano especialmente, creio eu, que diante do apelo popular e mais ainda da queda considerável de audiência que a cerimonia vinha “conquistando”, eles resolveram fazer a vontade do público e indicaram alguns sucessos de bilheteria inesperados, totalmente fora dos padrões da academia nos ultimos anos. Vários pontos interessantes e importantes:

Logo no inicio os apresentadores Steve Martin e Alec Baldwin, estavam fazendo as famosas piadinhas infâmes do Oscar e eis que de repente em meio às baboseiras até surpreendentemente engraçadas, eles resolveram “homenagear” a Diva Meryl Streep, dizendo que os senhores da academia se reuniam meses antes da cerimonia para selecionar os indicados e independente da decisão eles indicavam Meryl Streep, claro todos riram e foi sem duvida uma boa lembrança de que essa maravilhosa atriz foi indicada 16 vezes às tão sonhadas estatuetas.

Mas eu me pergunto: Até que ponto o Oscar tem por objetivo premiar o melhor em cada categoria e até que ponto ele age por politicagem?

Todos sabiam que os grandes favoritos eram Avatar e Guerra ao Terror, mas neste ponto, surge todo meu questionamento em meio ao que assistia, como podem ser comparados esses filmes?! Sim, sem duvida sou “pró-avatar”, sai do cinema maravilhada e para ser honesta detestei guerra ao terror, mas quem sou eu para fazer valer a minha opinião sobre as outras, não é?!

O fato é que convenientemente o filme vencedor trata sobre a guerra, trata sobre os pobres soldados americanos que não puderam voltar para casa e os outros tantos que foram enviados para continuar os conflitos, trata sobre expedições de desarmamento anti-terrorista e esse é um assunto que está deveras presente na vida dos norte americanos, mais do que eles podem suportar e vai contra todo o preceito do sonho americano.

No entanto, se eu bem me lembro – e a minha memória dificilmente falha – os próprios americanos revoltados que exigem a volta de seus filhos, irmãos e maridos para casa, foram os que após o ataque de 11 de setembro, incitaram a guerra contra os tais terroristas, lembro como se fosse ontem que o Bill Clinton vinha como respeitada figura pública à TV, pedir que as pessoas não fizessem retaliação às famílias de origem muçulmana, pois eles não representavam os terroristas e não deveriam ser punidos. Será que isso foi esquecido?

Cada povo, possui o governante que merece, e os norte americanos, incitaram e exigiram do governo uma atitude contra o absurdo do terrorismo e em consequencia disso, tiveram seus parentes, alguns jovens demais para empunhar armas, tirados de seu convivio e jogados em meio a um conflito muito maior que os EUA. Será que eles esperavam que outras nações guerreassem sozinhas por eles?

É óbvio que entendo o sofrimento e o desejo de acabar com isso, mas até que ponto não contribuiram diretamente para isso?

Enfim, passei a pensar que talvez esse prêmio de melhor filme tenha sido em parte para massagear o ego dos americanos, muito mais do que por merecimento, para fazer com que eles pensassem que os seus filhos não estavam desassistidos do outro lado do mundo, talvez para mostrar que mesmo com a crise americana é possível fazer um filme campeão. Afinal nosso vencedor teve um baixo orçamento e sofre até processos na justiça.

Para que dar então o prêmio ao Avatar que valoriza a natureza, que dá uma lição de moral no mundo sobre como devemos tratar nosso planeta? Quem precisa se preocupar com o meio ambiente com tantos jovens morrendo?! E então? Como a academia poderia premiá-lo?!

Para mim, a mensagem de Avatar é muito mais importante que os efeitos especiais ou qualquer tecnologia, a mensagem de cuidar e valorizar a terra em que vivemos é muito mais importante e está em um ambito muito maior, mas quem poderia ver isso?! Quem poderia notar a união dos indivíduos por um objetivo maior?

Na verdade, em minha opinião, o grande vencedor da noite foi o dramático e sofrido “Preciosa”, que mostra uma realidade que não queremos ver, uma realidade de rejeição e vitória diante das infindáveis adversidades, da busca e da força que um sonho pode nos dar e mais do que isso, trás aos nossos olhos todos aqueles problemas que insistimos em varrer para baixo do tapete. Um filme com orçamento super baixo, atrizes nem tão conhecidas e um diretor estreante e nossa, saí do cinema mortificada, pensando naquilo, aflita, e confiante que minha realidade jamais seria assim. GRANDE FILME! Afinal grandes filmes são aqueles que nos fazem refletir!

E quanto ao Inglorious Bastards? Tarantino não merecia o melhor roteiro?! Eu sou suspeita, eu sei! Sou fã do Quentin Tarantino desde que comecei com a mania por cinema, mas realmente o roteiro deste filme é incrível! Ele foi destruído pela crítica e perdeu o brilho que deveria ter alcançado. Mas o nosso querido Quentin já está acostumado não é?! E Nine? Apenas trilha sonora e atriz Coadjuvante?! Injusto!

Já o “Young Victoria”, não existe qualquer comentário que eu possa fazer, filme explendido,que certamente foi prejudicado pelo lançamento tardio em muitos países, talvez com um pouco mais de visibilidade antes da cerimônia ele tivesse faturado a maior parte das categorias às quais concorreu!

Mas gostei mesmo da homenagem aos filmes de Horror, tudo bem que algumas imagens passaram longe de horror ali, mas nunca um filme de terror foi valorizado no Oscar, por que? Quantos filmes incríveis do Kubrick, do Hitchcock, do próprio Quentin, Steven Spilberg eentre outros tantos, que não foram devidamente lembrados ao longo desses 82 anos?

Por exemplo no clipe que passou ontem no Oscar, apareceram várias imagens de “O Iluminado”, se eu não me engano, o filme não ganhou nenhum Oscar e é até hoje, considerado o filme mais aterrozante de todos os tempos, com a atuação no mínimo incrível do Jack Nicholson, no papel de lunático que tão bem lhe cabe!

Ainda bem que existem outras premiações bem mais honestas e interessantes que o Oscar, embora ele ainda seja puro glamour e o mais importante prêmio. Ainda bem, que os filmes de Terror, Suspense e Ficção científica foram agraciados com o Scream Awards que é o máximo! E temos o Movie Awards, Globo de Ouro entre outros!

Acho que uma premiação como o Oscar deveria ser mais democrática, mais focada em categorias diversas, mais focada em enquadrar melhor os filmes, até que ponto Guerra ao Terror deveria ser enquadrado como filme e não documentário?!  Avatar é filme e não animação?!  Neste caso, por que não premiá-los em categorias diferentes?!

Mas após as criticas todas o que eu mais amei foi a homenagem ao diretor John Hughes falecido ano passado aos 59 anos e que regou inúmeras vezes as minhas tardes após a escola, que trouxe alguns momentos memoráveis de rebeldia e adolescencia. Como é bom ainda hoje, assistir “Curtindo a vida adoidado”, “Mulher nota 1000” e meu favorito: “Clube dos Cinco”… Que por sinal não encontro o DVD para comprar em lugar nenhum e qdo encontro está esgotado!

Gente, vcs viram o Macaulay Culkin? Medo!

O que era o vestido da Sandra Bulock?! Escandalo! Um marquesa Perfeito!

E o George Clooney com cara de poucos amigos?! Não entendi O.o

Alguém mais notou que a Farah Fawcett não foi lembrada entre os que faleceram este ano? Triste!

Por que NINE só foi indicado por musica e atriz coadjuvante?! Queria o Daniel Day Lewis indicado a melhor ator!

Os premiados na Cerimônia do Oscar: E meus humildes comentários!

Melhor filme: “Guerra ao terror” (SUCKS)

Melhor direção: Kathryn Bigelow, “Guerra ao terror” (James Cameron deve estar se mordendo de inveja da ex mulher)

Melhor atriz: Sandra Bullock, “Um sonho possível” (Diva Absoluta – filme incrível)

Melhor ator: Jeff Bridges, “Coração louco” (depois de tantos anos o reconhecimento – MERECIDO!)

Melhor filme estrangeiro: “O segredo dos seus olhos” (Argentina) (e o Brasil??? Cadê???)

Melhor edição (montagem): “Guerra ao terror” (Montagem? Eles devem estar de brincadeira! e o “Young Victoria”??? Avatar???)

Melhor documentário: “The cove” (Tadinhos dos Golfinhos! Finalmente algo sobre a destruição da natureza!)

Melhores efeitos visuais: “Avatar” (Tinha como não ganhar? Embora o Star Trek também tenha uns efeitos animais!)

Melhor trilha sonora: “Up – Altas aventuras” (SHOW! Mas confesso que estava torcendo para o NINE!)

Melhor cinematografia (fotografia): “Avatar” (Sem Comentários! Aquelas Luminescências!)

Melhor mixagem de som: “Guerra ao terror” (Ok dou o braço a torcer)

Melhor edição de som: “Guerra ao terror” (Exagero mas enfim!)

Melhor figurino: “The young Victoria” (Sem duvida nenhuma o melhor figurino, figurinos de época sempre me arrancam suspiros! E a estilista estava maravilhosamente vestida também.)

Melhor direção de arte: “Avatar” (Sem comentários! Embora o Young Victoria também tenha chamado a minha atenção!)

Melhor atriz coadjuvante: Mo’Nique, “Preciosa” (Absoluta! Sem discussões! Sai do cinema tremendo com um mix de raiva e pena dessa mulher!)

Melhor roteiro adaptado: “Preciosa” (Incrível! Merecidíssimo! e o roteirista chorou ao receber o prêmio, quem podia imaginar essa proporção alcançada?)

Melhor maquiagem: “Star trek” (OK! Mas “Young Victoria” também estava demais!)

Melhor curta-metragem: “The new tenants” (Não vi!)

Melhor documentário em curta-metragem “Music by Prudence” (Emocionante! Embora não tenha visto, acredito que foi uma homenagem maravilhosa!)

Melhor curta-metragem de animação: “Logorama” (Quero ver!)

Melhor roteiro original: “Guerra ao terror” (Inglorious Bastards! Inglorious Bastards!)

Melhor canção: “The weary kind”, de “Crazy Heart” (Quero ver inteiro! Mata a pau!)

Melhor animação: “Up – Altas aventuras” (Demais!)

Melhor ator coadjuvante: Christoph Waltz, “Inglorious Bastards” (Sem dúvidas, embora Christopher Plummer merecesse enfim um oscar!)

 

Joguinho… março 5, 2010

Filed under: Fotos e Afins — Manu Parise @ 2:35 pm
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Para aqueles que são nerds como eu e curtem jogar sudoku…

Sudoku

 

Um clipe para descontrair… março 3, 2010

Filed under: Clipes — Manu Parise @ 11:21 pm